quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Inteligência Emocional

AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SEUS ESTÍMULOS.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA:
AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SEUS ESTÍMULOS.
AUTOR: CELSO ANTUNES. EDITORA: PAPIRUS, 1998.

O QUE É INTELIGÊNCIA?

A palavra “inteligência” tem sua origem na junção de duas palavras latinas: inter = entre e eliger = escolher. Em seio sentido mais amplo, significa a capacidade cerebral pela qual conseguimos penetrar na compreensão das coisas escolhendo o melhor caminho. A formação de idéias, o juízo e o raciocínio são freqüentemente apontados como atos essenciais à inteligência. A inteligência é resumida pelo Pequeno Dicionário Ilustrado Brasileiro da Língua Portuguesa como “a faculdade de compreender”.Analisando de maneira sucinta as raízes biológicas da inteligência, descobre-se que ela é produto de uma operação cerebral e permite ao sujeito resolver problemas e, até mesmo criar produtos que tenham valor específico dentro de uma cultura. Dessa maneira, a inteligência serve para nos tirar de alguns “apertos” sugerindo opções que, em última análise, levam-nos a escolher a melhor solução para um problema qualquer.Assim, se estamos perdidos em um lugar e precisamos achar a saída salvadora, usamos a inteligência, que apontará a melhor opção: consultar um guia, perguntar a alguém ou buscar na memória referência sobre o local procurado. Da mesma maneira, quando precisamos abrandar um problema gerado pela má interpretação de uma intervenção qualquer, é a inteligência que seleciona qual deverá ser a tentativa mais válida: pedir desculpa, escrever uma carta retratando-se ou enviar um presente à pessoa afetada....A inteligência é, pois, um fluxo cerebral que nos leva a escolher a melhor opção para solucionar uma dificuldade e que se completa com uma faculdade para compreender, entre opções, qual a melhor; ela também nos ajuda a resolver problemas ou até mesmo a criar produtos válidos para a cultura que nos envolve...Segundo o dicionário citado anteriormente, felicidade é o estado de alguém afortunado, de uma pessoa sem problemas. Se a pessoa que não tem problemas ou que pode resolvê-lo sempre surge é uma pessoa feliz e se a inteligência é a faculdade de compreender ou resolver problemas, percebe-se que, quando mais inteligente nos tornamos, mais facilmente construímos nossa felicidade...Mas, na análise do conceito de inteligência e na redefinição do papel da escola surge uma dúvida extremamente válida: será a inteligência uma faculdade ampliada? Podemos nos tornar mais inteligente? Não seríamos, por acaso, vítimas de uma carga genética imutável e a inteligência, tal que a cor dos olhos, por exemplo, um estigma que temos de aceitar para toda vida?

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