sábado, 20 de setembro de 2008

(I.T.I) Profissões do futuro estão nas áreas de tecnologia, meio ambiente e saúde


Trabalhar com meio ambiente pode ser uma aposta promissora. Tecnologia evoluiu junto com a forma de se comunicar e abriu novo mercado.


Ao mesmo tempo em que o desemprego atinge 15% da população nas principais capitais brasileiras, surgem novos negócios e também novas profissões. Há cinco anos, por exemplo, nem existia a palavra “blogueiro”; hoje tem muita gente ganhando dinheiro com blogs na Internet – ou seja, surgiram novos profissionais.
Dentro do grupo de novas profissões estão os coordenadores de projetos, gerentes de terceirização, programadores visuais multimídia, engenheiros de rede e administradores de comunidades virtuais.
Henrique Leitão, de Fortaleza, foi rápido para conseguir colocação na área de TIC. Ele desenvolve programas de segurança para proteger arquivos e dados de ataques de vírus. Só no Ceará, especialistas do setor prevêem a criação de mil novas vagas nesta área em 2008.
Henrique dá a dica para quem quer aproveitar essas oportunidades: “Você têm que conhecer os processos de cada empresa para poder desenvolver o software de acordo com os requisitos solicitados por ela”.
Trabalhar com meio ambiente também pode ser uma aposta promissora, ainda mais em regiões próximas de reservas naturais. Em Manaus, na Amazônia, a preocupação ambiental das empresas tem valorizado o trabalho de profissionais de diversas áreas que estão aptos a trabalhar com isso.
Numa fábrica de motocicletas da cidade, por exemplo, parte da água utilizada é reaproveitada na própria empresa. “O profissional com formação em meio ambiente hoje é mais valorizado do que antes. Na nossa empresa, aproveitamos diversas pessoas com experiência fabril que tiveram treinamento específico em gestão ambiental”, diz o diretor institucional da empresa, Paulo Takeuchi.
Segundo os especialistas, na área da saúde nós também vamos consumir e procurar serviços como nunca se viu na história da humanidade. E não é só o médico que terá mercado: “Muitas técnicos de nível médio vão poder atender a demanda por massagem, terapia, biodança – enfim, mil formas de a gente se cuidar melhor”, afirma Gilson Schwartz.
Confira as dicas para quem se formou num curso mais tradicional:
Atualize-se sempre, e faça cursos de especialização: como as tecnologias estão mudando rápido, o que você aprendeu há dois ou três anos pode estar diferente hoje.
Não fique preso apenas na sua área: leia, informe-se e estude sobre a maior quantidade de assuntos possível.
Não fique esperando que o mercado ofereça novas oportunidades que correspondam ao seu perfil: hoje, é o trabalhador que deve se adaptar com rapidez ao mercado de trabalho.

(I.T.I) NOVAS TENDÊNCIAS NO MUNDO DA INFORMÁTICA

Robeli José de Líbero
Presidente da IBM América Latina

Transformação. Esta é a palavra do momento. O mundo não se encontra somente em evolução ou num processo de mudança. E a explicação para essa transformação mundial é que, com o fim da guerra fria - com a individualidade sendo restaurada, o que as pessoas passam a perseguir é qualidade de vida. Como qualidade de vida, se entende dois fatores sociais, que são óbvios e que são a causa de toda essa transformação: o valor do tempo e o valor do dinheiro.

O valor do tempo significa que nossos avós tinham muito tempo e poucas coisas para ocupá-los. Nós temos muitas coisas a fazer --sejam livros para ler, diversões, seja no trabalho, mas o tempo disponível não nos é suficiente. O tempo passa a ter um valor muito importante. E o valor do dinheiro está, a partir do momento em que é difícil de se conseguir, cada vez maior. Isso traz como conseqüência uma alteração profunda nas estruturas,onde a informação é de fundamental importância.

Dentre estas transformações, destaco dez. A primeira é uma transformação global, de âmbito maior. Há uma estabilização democrática em todo mundo. Os regimes de livre iniciativa se mostraram como os melhores para produzir riqueza e qualidade de vida; com o término da guerra fria, houve um deslocamento de orçamentos militares para as áreas de educação, de saúde e de infra-estrutura; o comércio mundial se expandiu, as barreiras entre os países estão caindo cada vez mais e as nações buscam uma competitividade enorme entre si para atrair tecnologias, capitais e para desenvolverem melhores condições de qualidade de vida. Os países reformam suas estruturas, reformam suas legislações, buscam competitividade dentro de investimentos que podem ser feitos em qualquer parte do mundo.

A segunda grande transformação se refere à forma de concorrência. A concorrência já não vem mais como antigamente. No passado, por exemplo, um armazém competia com um armazém. Hoje, surge o supermercado, que compete com os armazéns regionais; os shoppings, que "engolem" os supermercados etc. E isso se expande com os electronic shoppings. As barreiras de competição foram reduzidas. Exemplo: uma empresa, que não tem nenhum restaurante, entrou no ramo de restaurantes. Ela tem um catálogo de dezenas de restaurantes. Você liga, pede o que quiser de qualquer restaurante e recebe em casa dentro de 30 minutos. Foi a informação que possibilitou isso. Portanto, a forma da concorrência está mudando, fazendo com que cada vez mais as empresas tenham que estar ligadas ao cliente, numa grande rede global, para facilitar e diminuir os custos de produção, os custos de venda.

Os serviços constituem outra transformação. Eles estão em franca expansão e toda a concorrência está se voltando para serviços. A diferenciação entre uma empresa e outra hoje se dá através da prestação do melhor serviço. Os fabricantes - sejam eles de automóveis, de eletrodomésticos etc-- estão entrando na área de serviços. Como? Fazendo uma extensão da garantia, por exemplo. Como a qualidade aumentou muito, é possível estender uma garantia de cinco para sete anos, cobrando uma pequena taxa. Dessa maneira, não se lucra tanto na venda do produto, mas sim na prestação de um serviço.

A quarta grande transformação se dá na área de qualidade. Hoje se luta para ter qualidade superior e um certificado ISO 9000. Isso é muito importante, mas deixou de ser um fator diferenciador para ser essencial. A diferenciação passa a vir da quantidade de valor agregado que se possa dar ao cliente. E a qualidade deixa de ser a conhecida de qualidade de hoje para ser uma reestruturação dos processos de negócios.

A quinta grande transformação é a preocupação com o meio ambiente. Cada vez mais, as fábricas poluentes estão tendo que investir para fazer um produto sem poluir o meio ambiente. Nos Estados Unidos, se gasta US$ 7 bilhões por ano - crescendo a 10% ao ano só para garantir que os processos não gerem lixo poluente. Quem não fizer isto, não tem futuro.

Na área de tecnologia e investimentos, destaco a sexta grande transformação. As inovações hoje em tecnologia são imensas e, ao mesmo tempo, os riscos e as oportunidades são muito grandes. Assim, torna-se necessária a criação de associações, parcerias. As indústrias de informática, cada vez mais, têm que fazer associações. Nenhuma empresa hoje tem todas as tecnologias e pode se considerar auto-suficiente, como acontecia antigamente - quando o que definia um sucesso tecnológico era uma boa tecnologia. Hoje, o que define o sucesso tecnológico é a aceitação no mercado.

A próxima grande transformação ocorre na área dos sindicatos, que estão passando por uma reestruturação enorme no mundo inteiro. Eles estão deixando de ser ideológicos para serem alinhados ao negócio das empresas. No mesmo caminho, a oitava transformação se dá em nível dos empregados. A forma como vêem as empresas está mundando. O funcionário está muito mais preocupado em ter uma contribuição na empresa, a ter um "empowerment". Eles estão em busca de mais delegação, de poder e de riscos, procurando trabalhar em equipes multidisciplinares de pessoas com formações diferentes que se reúnem para resolver um problema.

A nona transformação ocorre quanto ao nível de valores das empresas. Elas tiveram que se reorientar aos clientes. Os monopólios estão terminando no mundo inteiro e as empresas estão cada vez mais atuando dentro da filosofia "pensar global e agir local e pensar local, agindo global". Mas, o mais importante dentro dos valores dessas empresas é a velocidade da decisão. A velocidade em que se pode conceber um produto e lançá-lo no mercado vai ter que ser diminuída cada vez mais. O tempo de marketing é um fator diferenciador na busca de competitividade.

Por fim, a última transformação está ocorrendo na indústria de informática. E informática é um aspecto interessante, pois é a causa que permite todas as outras transformações e, ao mesmo tempo, é extremamente afetada por elas. No mundo da informática, há duas tendências hoje: a facilidade de utilização do computador e do software voltada para a relação homem/máquina, onde se busca "conversar" com o computador, falar o comando verbal, ouvir a máquina, tocar um objeto, cada vez mais substituindo o teclado ou o mouse. Além disso, as empresas do futuro não vão ter cada uma um banco de dados econômico. Ele será um só e o usuário comprará a informação de que necessitar. O banco jurídico será outro. Não haverá necessidade de cada empresa multiplicar estas informações e mantê-las atualizadas. Novos negócios estão surgindo com a venda de conteúdos na rede. Para isso, cinco tecnologias serão utilizadas: a do laptop celular um computador extremamente possante, celular, a multímidia, a filosofia cliente/servidor que gerou a democracia de informação: todos têm acesso a informações autorizadas, a programação orientada a objeto que multiplica a produtividade de programação e os "transponders" pequenos objetos capazes de emitir ou reagir a um impulso de rádio ou de freqüência variada e que permitem que objetos façam parte do mundo da informática.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

(I.T.I) A EXIGÊNCIA DO MERCADO DE TRABALHO PARA PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

MATTOS, Fernando1

1. Aluno do Curso de Sistemas de Informação da Faculdade de Informática de Presidente Prudente da Universidade do Oeste Paulista.

Resumo

O presente artigo, teve como objetivo central analisar o mercado de trabalho e suas exigências para os profissionais de tecnologia da informação. Analisa a vida de crianças que perdem boa parte da infância em estudos, por causa da cobrança pais que observam a exigência do mercado de trabalho por profissionais altamente capacitados. Descreve e classifica o mercado como uma entidade que vende os produtos na base da troca, onde o cliente paga e obtém o produto que deseja. Analisa concorrência e a dificuldade de manter uma empresa ativa e a estatística de empresas que abriram e fecharam as portas no ano de dois mil e quatro. O mercado de trabalho competitivo e as características e habilidades observadas e necessárias para brigar por uma boa vaga de emprego em empresas de médio e grande porte. O perfil dos profissionais da área de tecnologia da informação e as principais habilidades demandadas pelo mercado de trabalho.

Palavras-chave: Mercado de Trabalho, Tecnologia da Informação, Emprego.

Introdução

De acordo com Carvalho (2002), a batalha para garantir um bom lugar no mercado de trabalho começa cada vez mais cedo. As crianças estão trocando carrinhos e bonecas por livros e cadernos, freqüentando cursos de idiomas e informática e estudando em escolas particulares em período integral. Sendo acostumados desde cedo a pressões quanto ao desempenho e notas. Após esta fase de aprendizado, o primeiro desafio é o vestibular, quando jovens de aproximadamente 17 anos se deparam com a difícil decisão de escolher a carreira a seguir. Depois de escolhida, o egresso passa a conviver com um novo modelo de ensino e muitas vezes, longe da família e amigos. Mas nem sempre chegar ao fim de quatro ou cinco anos de faculdade é sinônimo de tranqüilidade, estabilidade e emprego certo. A partir deste momento, o recém-formado encontra-se em meio a enormes desafios, responsabilidades e riscos, onde terá a seu favor, todo o conhecimento adquirido desde a sua infância. Eles não são mais estudantes, já são profissionais, mas ainda não têm aquela palavra mágica no curriculum: Experiência.

De acordo com Vasconcelos (apud CARVALHO, 2002), uma das alternativas para o universitário seria o estágio realizado no período da faculdade, onde aluno passa a conviver com algumas situações adversas do mercado de trabalho, apesar de que o estágio nem sempre dá a real dimensão do dia-a-dia de um ambiente de trabalho e das funções que realmente serão realizadas. O estágio pode ser visto como uma espécie de formação extracurricular, onde através dele é que se podem aplicar os conhecimentos adquiridos. Mas mesmo assim, o profissional ainda não conviveu com todos os problemas que o ambiente de trabalho proporciona. "E aí ele se depara com algumas surpresas nada agradáveis, como a competição interna, pessoas que conduzem a carreira de forma irresponsável, um chefe irritado, entre outras coisas." (LANDINI, 2002 apud CARVALHO, 2002).

De acordo com Munuera (apud CARVALHO, 2002), somente depois de sair da faculdade é que o recém-formado passa a conhecer o terreno em que está pisando. E neste momento que se deve aprender, sem perder muito tempo, como lidar com a rapidez e agressividade da evolução tecnológica. A orientação é que o seu primeiro ano no mercado de trabalho é fundamental para o desenvolvimento da carreira.

A inclusão digital e a evolução tecnológica estão crescendo de maneira acelerada, gerando cada vez mais competitividade na área de TI, onde os profissionais não podem parar de estudar e adquirir conhecimento, e as atualizações devem ser imediatas, novos softwares e mais profissionais na área estão aparecendo todos os dias e aquecendo ainda mais o mercado que já está concorrido. A busca por diferenciais competitivos está deixando de ser conhecimento extra, para ser pré-requisito para o profissional da área de Tecnologia da Informação.

O Mercado

Segundo Mañas e Oliveira (2004, p. 193), "[...] atender à necessidade de uma pessoa ou grupo de pessoas não deixa de ser uma atividade de troca, implicando em uma negociação e conflito de idéias a respeito da troca em questão.". Isto significa, que o mercado baseia-se na troca de produtos ou bens, visando atender as necessidades de ambos os lados, de maneira que todos saiam satisfeitos. No caso do consumidor final que adquire um produto em uma loja, também há a troca de bens, enquanto a empresa tem o produto industrializado, o consumidor tem o valor monetário, efetuando a troca desses bens e satisfazendo ambas as entidades.

O profissional no mercado de trabalho é o agente, que partindo de uma matéria-prima, produz um produto final que atenda as necessidades do consumidor. No caso do profissional da área de tecnologia da informação, é necessário que após analisar um bloco de dados sobre atividades desenvolvidas pela empresa e aplicando o conhecimento adquirido em cursos e no decorrer de sua vida profissional, possa traduzi-los em informações importantes e relevantes para um bom rendimento da empresa. De acordo com Mañas e Oliveira (2004, p. 193):

A inovação tecnológica, quando relacionada com o desenvolvimento de produtos, com a administração da produção, da logística e com instrumentos capazes de mobilizar e conquistar a clientela, é um fator importante para a elaboração de modificações substanciais no relacionamento com o mercado.

As empresas devem estar sempre procurando melhorar o atendimento e inovando seus produtos, visando atender as necessidades pessoais dos clientes e atraindo-os cada vez mais.

A competição entre as empresas está muito forte, fazendo que não fiquem paradas, utilizando os pontos fracos das concorrentes para se promoverem e conseguir espaço neste mercado de trabalho tão competitivo. "A competição que o mercado propõe e impõe não deixa ao produtor que se coloque na situação de espera. É necessário dar-se a conhecer pelo cliente" (MAÑAS; OLIVEIRA, 2004, p. 193). As empresas que não tiverem um posicionamento mais agressivo quanto ao mercado de trabalho, dificilmente terão êxito.

Para se manter uma empresa aberta, é necessária muita atenção e uma boa administração, segundo IBGE (2004):

Em 2004, surgiram 716 604 novas empresas, o que representou um aumento de 1 537 450 pessoas ocupadas e foram extintas 529 587, correspondente a uma redução de 991 387 pessoas ocupadas, resultando em um saldo líquido positivo de 187 017 empresas e 546 063 pessoas ocupadas na comparação com o ano anterior. Observa-se que para cada dez empresas criadas, cerca de sete foram fechadas.

Requisitos do Mercado de Trabalho

Nos dias atuais, a concorrência por vagas de emprego em empresas de grande porte e multinacionais está muito acirrada. Se antes, tendo apenas noções de básicas de língua estrangeira, já ajudava a empregá-lo neste seguimento, hoje já se fala em ter domínio da terceira língua, isso sem contar o português, que é o idioma nativo. Os idiomas mais visados são: o inglês, o espanhol. E o candidato deverá ter fluência em ambas as linguagens. O terceiro idioma, seria mais um diferencial do que um pré-requisito e os idiomas mais procurados, normalmente é o alemão ou o francês. De acordo com Macedo (1998), um dos fatores que fazem à diferença neste quesito é o fato do egresso já ter viajado para o exterior, pois além de adquirir uma melhor fluência no dialogo, aprende a lidar com costumes e tradições diferentes das que estava acostumado, tornando-se uma pessoa mais flexível quanto as suas atitudes e seus comportamentos.

Um pré-requisito muito importante para a área de tecnologia da informação, é o conhecimento administrativo e estrategista, que poderá ser adquirido através de experiências profissionais no mercado de trabalho ou de estágios e cursos na área de gestão de negócios e pessoas. Sem ter uma visão clara de negócio, o candidato não tem nenhuma chance de entrar neste mercado, pois o profissional deverá ter o conhecimento de como extrair e organizar as informações tiradas do banco de dados da empresa, repassando toda a informação de maneira completa e fácil de entender, para que os gerentes e administradores possam tomar decisões precisas e que atendem as necessidades da empresa.

Para os profissionais que desejam trabalhar em áreas mais técnicas, como administrador de redes e administrador de banco de dados, além dessa visão administrativa, deve contar com certificações especificas para suas áreas de atuação, para que dominem as ferramentas de trabalho no dia-a-dia da empresa, tomando decisões objetivas para resolver problemas e indicando soluções eficazes para as rotinas executadas. Uma das certificações mais procuradas na área de gerenciamento de banco de dados é a certificação Oracle, pois é a ferramenta mais utilizada em sistemas que gerenciam um grande fluxo de dados e normalmente adotada por empresas de grande porte. O número de pessoas que possuem certificação, não atende a necessidade de demanda que as empresas necessitam e dificilmente uma pessoa com certificado fica sem emprego, visto que nos dias atuais a informática esta se tornando cada vez mais especifica, o bom profissional é aquele que tem um conhecimento aprofundado na sua área e um conhecimento básico das outras áreas envolvidas, pois a informática é tão complexa, que não tem como se especializar e dominar todas as tecnologias, (ESPECIALISTAS EM TI RENDEM-SE À CERTIFICAÇÃO, 2005).

Além do conhecimento técnico, necessário para emprego, as empresas procuram candidatos que se relacionem bem, que saibam ligar com vários grupos de pessoas. Para avaliar a timidez e o comportamento dos candidatos, normalmente são aplicadas dinâmicas em grupo, onde os avaliadores analisam tudo, desde o vocabulário e concordâncias, até os assuntos e o comportamento do candidato em relação aos outros. Certa vez, foi desenvolvida a seguinte dinâmica a um grupo de candidatos a estágio de uma empresa: Reunirão todos os candidatos em volta de uma mesa, onde os entrevistadores pedirampara o grupo abordar um assunto de interesse deles e que cada um debatesse suas idéias, enquanto eles avaliavam o comportamento de cada um, neste momento é muito importante demonstrar calma e segurança,respeitando as idéias dos outros candidatos e sabendo impor a sua, tomando sempre muito cuidado com o português, evitando erros de português e concordância verbal.

De acordo com Flory (2004), outro fator que conta e muito na hora da seleção, é o fato do candidato participar ou não de trabalhos voluntários, pois a idéia que se tem, é que uma pessoa que se preocupa com o próximo, pode ajudar muito mais a empresa, do que uma pessoa que só pensa em si mesma, além do que, não teria problemas caso a empresa precisasse que a pessoa voluntária fizesse hora extra ou tivesse trabalhar no fim de semana e quanto ao relacionamento dessa pessoa, ela teria uma boa aceitação dos companheiros e estaria sempre disposto a ajudar outros funcionários com dificuldades do dia-a-dia da empresa.

O estágio hoje em dia, é a principal ferramenta de admissão de egressos da faculdade no mercado de trabalho, onde a empresa passa a avaliar o candidato, desde o início do seu estágio até o término, para então, concluir se está apto ou não a integrar o quadro de funcionários da empresa. Está é a maneira mais segura de minimizar os custos e riscos do processo seletivo a vaga de emprego. "Este mecanismo é bastante eficiente uma vez que a empresa pode avaliar a performance do estagiário para uma potencial vaga efetiva futura, sem correr os riscos inerentes a um processo de seleção.", (GANANCIO, 2007). O estágio é a prática mais comum das empresas atuais para a contratação de funcionários qualificados, visto que há um período maior para a avaliação do candidato e a melhor maneira de um egresso sem nenhuma experiência, aprender mais e demonstrar o seu potencial e sua capacidade pessoal. "O caminho com maior probabilidade de sucesso para egresso em multinacionais é o de internship ou estágio, no caso do candidato não ter experiência significativa no mercado de trabalho.", (GANANCIO, 2007). Além de ser a melhor maneira de avaliação de uma empresa, é a maneira mais fácil de um egresso da faculdade conseguir seu espaço no mercado de trabalho.

Podemos verificar que o acesso ao mercado de trabalho não é nada fácil e que para chegar lá, é necessária muita força de vontade e determinação.

Perfil do Profissional

O mercado de trabalho necessita de profissionais de Tecnologia da Informação, que não tenham medo das mudanças e procuram sempre se manter atualizado e por dentro dos assuntos em discussão, profissionais de liderança e saibam trabalhar em equipe. O bom profissional é aquele que veste a camisa da empresa e que se destaca dentro dela.

O profissional deverá demonstrar entusiasmo e vontade de aprender e ensinar, se dedicando ao máximo para realizar a função a qual foi designado. A ética é um fator fundamental para o bom rendimento do profissional nessa área, mesmo ele sendo o melhor funcionário com relação aos conhecimentos técnicos, se não tiver ética, dificilmente será mantido no cargo, pois as empresas depositam muita confiança nestes profissionais, visto que terão em mãos, todas as informações confidencias, e as empresas precisam sentir confiança para se sentirem mais seguras. Estes fatores são muito avaliados pelas empresas nos períodos de estagio dos alunos da faculdade. De acordo com Ganancio (2007):

Um ano e meio como estagiário, foram fundamentais para que eu pudesse demonstrar as características com valor para a empresa, como (1) conhecimento de língua inglesa, (2) entusiasmo, (3) ética, (4) clareza nos objetivos de vida e de carreira, e claro (5) uma boa estrutura acadêmica e competência.

Como podemos ver, estamos sempre sendo avaliados e precisamos ter caráter e princípios bem definidos, para não passar por situações que venhamos a nos arrepender futuramente.

No mundo atual, e principalmente na área de informática, novas tecnologias vêm surgindo todos os dias, o feedback é de extrema importância para os profissionais dessa área, pois o fato de já estar empregado, não lhe assegura a estabilidade no mercado de trabalho, pois a tecnologia está em constante evolução. O profissional deve estar sempre preparado para novos desvios, pois a empresa necessita da evolução tecnológica para se manter no mercado e concorrer com empresas do ramo.

Saber trabalhar em grupo também é um ponto forte do candidato, pois dentro de uma empresa é necessário que as pessoas responsáveis pelo desenvolvimento do projeto conversem entre si, evitando que ocorra perda de informação durante as etapas do projeto. A equipe deve ser unida e trabalhar para um único objetivo. Quando todos dentro de um grupo têm um bom relacionamento, o ambiente fica mais agradável, as pessoas têm liberdade de opinar e fazer criticas construtivas, o projeto é executado de maneira mais rápida e sem muita pressão. Saber se relacionar também é importante para o crescimento profissional, onde um bom relacionamento com um companheiro de equipe ou com o líder do grupo, pode lhe render bons frutos no futuro, como uma promoção ou um aumento no salário, ou até mesmo, uma oportunidade em uma empresa melhor.

Um perfil muito admirado e que poucos profissionais de tecnologia da informação tem é a liderança. A liderança é uma qualidade que não se aprende, a pessoa tem que nascer com este instinto. Este perfil é uma exigência para quem almeja cargos altos dentro da empresa, o líder tem que se conhecer bem e ter empatia com toda a sua equipe, deve saber lidar com pessoas e extrair o melhor delas, para que desenvolvam um bom papel na empresa. Deverá ter sabedoria para lidar com diferenças e ouvir sugestões. Ser um líder não é fácil e não é serviço para qualquer um, pois um líder deve estar sempre preparado.

Há vários tipos de habilidades necessárias para a demanda do mercado de trabalho atual. De acordo com Berto e Plonski (1999 apud FERREIRA, 2003), as habilidades e competências para se trabalhar com a prática da gestão do conhecimento estão listadas na quadro 1.

Quadro 1 – Ranking das habilidades demandadas pelo mercado.

HABILIDADES

"Conhecimento do ambiente de negócios da informação"

"Capacidade de trabalhar em grupo"

"Distinção e localização de informações relevantes e relevância nas informações"

"O domínio na utilização de equipamentos eletrônicos e na operação de sistemas ou softwares específicos"

"Conhecimento de bases de dados..."

"Familiaridade na administração de info-business"

"Embasamento teórico e prático sobre o funcionamento das organizações virtuais de informação"

"Domínio da lógica dos sistemas de indexação e webfinders"

"Excelência na comunicação oral e escrita"

10ª

"Conhecimento da infra-estrutura e serviços de informação"

11ª

"Ter flexibilidade e polivalência"

12ª

"Atualização profissional constante..."

13ª

"Capacidade de entender e gerenciar episódios de diferentes naturezas e aplicações"

14ª

"Habilidade na identificação de clientes e fornecedores"

15ª

"Habilidade na identificação de parceiros"

Fonte: FERREIRA, (2003, p. 46)

As três melhores colocadas no ranking das habilidades, são as que proporcionam maior chance de sucesso para empregados no mercado de trabalho, pois conhecendo o ambiente de negócio, sabendo trabalhar em grupo e sabendo distinguir e localizar informações relevantes, estará apto a desempenhar as funções dentro da empresa com qualidade e segurança.

Conclusão

Em um mercado de trabalho acirrado, onde só há espaço para os melhores, a escassez de mão de obra especializada e de qualidade está difícil de encontrar, os egressos das faculdades de informática têm um grande desafio pela frente, mesmo recém formados e sem nenhuma experiência, o mercado já exige um conhecimento prático das funções a serem realizadas, obrigando o recém formado a encontrar formas de praticar todo o conhecimento teórico adquirido na faculdade, através de estágio e cursos específicos e extra curriculares. Dentro da empresa, o profissional deverá estar em constante atualização e ter um bom relacionamento com toda a equipe, visando sempre ser reconhecido pelo seu trabalho, pois o profissional que não se atualiza, não tem espaço nesse mercado. Para os profissionais que se destacam, a alegria de alcançar o reconhecimento e a satisfação profissional que normalmente vem coroar anos e anos de dedicação e força de vontade.

Referências

CARVALHO, A. A hora da ação. Revista Timaster, São Paulo, 26 ago. 2002. Disponível em: . Acesso em: 16 abr. 2007.

FERREIRA, D. T. Profissional da Informação: perfil de habilidades demandadas pelo mercado de trabalho. In: Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 1, 2003. Disponível em: . Acesso em: 08 jun. 2007. Pré-publicação.

FLORY, H. et al. Emprego não cai do céu. São Paulo: Arte & Ciência, 2004.

ESPECIALISTAS em TI rendem-se à Certificação. Folha de São Paulo, São Paulo, 08 maio 2005. Disponível em: . Acesso em: 08 jun. 2007.

GANANCIO, J. R. C. Mercado de Trabalho. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por ganancio@comcast.net em 26 de abril de 2007.

IBGE. Analise dos Resultados. IBGE, 2004. Disponível em Acesso em: 16 jun. 2007.

MACEDO, R. Seu diploma, sua prancha: como escolher a profissão e surfar no mercado de trabalho. 6. de. São Paulo: Saraiva, 1998.

MANAGER ASSESSORIA EM RECURSOS HUMANOS, Carreira info / salários. Desenvolvida pela Info online. Disponível em: . Acesso em: 08 jun. 2007.

MAÑAS, A. C.; OLIVEIRA, J. F. Tecnologia, Trabalho e desemprego: Um Conflito Social. 1. ed. São Paulo: Érica, 2004.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

( metodologia) Sinopse do filme A Escuta


Sinopse (Filme A Escuta)

Um filme italiano sobre vigilância que descreve o conflito entre o Estado e os interesses corporativos das grandes empresas. Dirigido por Giacomo Martelli. Estrelando Michael Parks, Maya Sansa, Andréa Tidona, Terence Beesley, Bruce McGuire. A companhia Americana, Wendell-Creshaw Technologies, expõe sua mais recente criação: Echelon, um novo sistema desenvolvido para a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) que irá permitir uma extraordinária capacidade de escuta e gravação de conversas e informações. Em Roma o executivo-júnior da empresa, Anthony Ashe (James Parks), perde documentos importantes sobre o novo sistema e pede ajuda à NSA para recuperar os documentos. As evidências levam a uma estudante italiana, Francesca Savelli (Maya Sansa), que é confundida como espiã industrial, mantida isolada e agressivamente interrogada. Os emissários da empresaestão convcencidos de que seu ato foi deliberado e é parte de um plano para roubar a nova tecnologia. Repentinamente, a estudante se encontra no tortuoso mundo do estado secreto e a indústria da espionagem.

Inteligência Emocional

AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SEUS ESTÍMULOS.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA:
AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SEUS ESTÍMULOS.
AUTOR: CELSO ANTUNES. EDITORA: PAPIRUS, 1998.

O QUE É INTELIGÊNCIA?

A palavra “inteligência” tem sua origem na junção de duas palavras latinas: inter = entre e eliger = escolher. Em seio sentido mais amplo, significa a capacidade cerebral pela qual conseguimos penetrar na compreensão das coisas escolhendo o melhor caminho. A formação de idéias, o juízo e o raciocínio são freqüentemente apontados como atos essenciais à inteligência. A inteligência é resumida pelo Pequeno Dicionário Ilustrado Brasileiro da Língua Portuguesa como “a faculdade de compreender”.Analisando de maneira sucinta as raízes biológicas da inteligência, descobre-se que ela é produto de uma operação cerebral e permite ao sujeito resolver problemas e, até mesmo criar produtos que tenham valor específico dentro de uma cultura. Dessa maneira, a inteligência serve para nos tirar de alguns “apertos” sugerindo opções que, em última análise, levam-nos a escolher a melhor solução para um problema qualquer.Assim, se estamos perdidos em um lugar e precisamos achar a saída salvadora, usamos a inteligência, que apontará a melhor opção: consultar um guia, perguntar a alguém ou buscar na memória referência sobre o local procurado. Da mesma maneira, quando precisamos abrandar um problema gerado pela má interpretação de uma intervenção qualquer, é a inteligência que seleciona qual deverá ser a tentativa mais válida: pedir desculpa, escrever uma carta retratando-se ou enviar um presente à pessoa afetada....A inteligência é, pois, um fluxo cerebral que nos leva a escolher a melhor opção para solucionar uma dificuldade e que se completa com uma faculdade para compreender, entre opções, qual a melhor; ela também nos ajuda a resolver problemas ou até mesmo a criar produtos válidos para a cultura que nos envolve...Segundo o dicionário citado anteriormente, felicidade é o estado de alguém afortunado, de uma pessoa sem problemas. Se a pessoa que não tem problemas ou que pode resolvê-lo sempre surge é uma pessoa feliz e se a inteligência é a faculdade de compreender ou resolver problemas, percebe-se que, quando mais inteligente nos tornamos, mais facilmente construímos nossa felicidade...Mas, na análise do conceito de inteligência e na redefinição do papel da escola surge uma dúvida extremamente válida: será a inteligência uma faculdade ampliada? Podemos nos tornar mais inteligente? Não seríamos, por acaso, vítimas de uma carga genética imutável e a inteligência, tal que a cor dos olhos, por exemplo, um estigma que temos de aceitar para toda vida?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

( I.T.I.) "instant messaging'' A nova mania na rede:

A revista Info traz um artigo de uma página sobre a nova mania na rede: o "instant messaging'' e a guerra de cunho comercial envolvida nesta questão. Um belo artigo, que acaba apontando para protocolos abertos como a ferramenta capaz de contrapor-se à tendência a monopólio que está se despontando e que preocupa cada vez mais; um tema e tanto. Acho que eu precisava de um número inteiro do BCC News para desenvolver adequadamente este tema!Outra matéria muito interessante é um artigo convidado pela revista. Convidaram Jeffrey Sachs, o professor de Harvard, a escrever sobre globalização. Ele acabou concluindo que o mundo não é mais dividido por ideologia, mas por tecnologia. E escreve sobre o poder divisivo da tecnologia e de como a percepção da tecnologia e a capacidade de inovação de cada país determinam o seu futuro no quadro que vivemos. Aborda também as mudanças necessárias para lidar com a nova realidade. Este artigo faz a gente pensar muito. A região sul do Brasil é classificada no artigo como ``capaz de adotar tecnologias'' enquanto a maior parte do país é classificada como ``tecnologicamente excluída''. No hemisfério Sul nem pensar na categoria de ``inovadores tecnológicos'' (com a exceção da Austrália) cujos 5 maiores líderes correspondem a 10% da população mundial, são responsáveis por 41% da produção mundial e por 87% das patentes válidas nos Estados Unidos. E nós? Como vamos enfrentar esta situação? Será que estamos nos preparando adequadamente para o futuro?Finalmente, o artigo mais extenso da semana é dedicado a um ``survey'' de 22 páginas sobre ``Governo e Internet'', um impacto e tanto, mas que não tenho condições de analisar aqui em maior profundidade. Ficou curioso? Leia o ``The Economist''. Posso lhe assegurar que o ``survey'' é muito interessante.E o BCC? Onde fica o Bacharel de Ciência da Computação neste quadro multidisciplinar e multi-cultural? Será que estamos preparados para adquirirmos e fornecermos uma formação multidisciplinar e multi-cultural? Eu tenho as minhas dúvidas. Mas é importante registrar que o Bacharel de Ciência da Computação é uma peça essencial neste processo, se ele souber se adaptar à nova realidade. Ele é essencial, pois é o que melhores condições tem de entender e de interpretar a tecnologia digital das redes computacionais. E este é um aspecto essencial e indispensável do processo em curso. Mas ele tem que entender que o seu maior valor não está mais em si mesmo, mas na sua capacidade de interagir com outras profissões e com outras culturas. Na sua capacidade de levar o seu conhecimento para fora da sua área específica de atuação. Um desafio e tanto!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

(Metodologia) Metodologia Cientifica Para produção de Trabalhos Acadêmicos



FORMATO

Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), digitados na cor preta no anverso da folha, utilizando-se da fonte Arial ou Times New Roman, justificados e com a indicação de parágrafos.Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e 10 para citações longas e notas de rodapé.

MARGEM

margem superior: 3,0 cm
margem inferior: 2,0 cm
margem esquerda: 3,0 cm
margem direita: 2,0 cm

ESPACEJAMENTO

Todo texto deve ser digitado, com 1,5 de entrelinhas.As citações longas, as notas de rodapé, as referências e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira deverão ser digitados em espaço simples.O título deve ser separado do texto que os precede, ou que o sucede, por uma entrelinha dupla.

INDICATIVOS DE SEÇÃO

O indicativo numérico de uma seção precede seu título com alinhamento esquerdo, separado por um espaço de caractere.Não devem ser utilizados ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título.Todas as seções devem conter um texto relacionado com elas.Os títulos, sem indicativo numérico (sumário, resumo, referências e outros) devem ser centralizados.

PAGINAÇÃO

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha.Se o trabalho tiver mais de um volume, deve ser mantida uma única numeração das folhas, do primeiro ao último volume.Os apêndices e anexos devem ter suas folhas numeradas de maneira contínua, seguindo a paginação do texto principal.

ABREVIATURAS E SIGLAS

Quando aparecem pela primeira vez no texto, deve-se colocar seu nome por extenso e, entre parênteses, a abreviatura ou sigla.Ex. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

ILUSTRAÇÕES

Figuras (organogramas, fluxogramas, esquemas, desenhos, fotografias, gráficos, mapas, plantas e outros) constituem unidade autônoma e explicam, ou complementam visualmente o texto, portanto, devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. Sua identificação deverá aparecer na parte inferior precedida da palavra designativa (figura, desenho etc.), seguida de seu número de ordem de ocorrência, em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda e da fonte, se necessário.

TABELAS
  • As tabelas são elementos demonstrativos de síntese que apresentam informações tratadas estatisticamente constituindo uma unidade autônoma.Em sua apresentação deve ser observado:
  • Têm numeração independente e consecutiva;
  • O título deverá ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos;
  • As fontes e eventuais notas aparecem em seu rodapé, após o fechamento, utilizando-se o tamanho 10;
  • Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.


TÍTULO
São destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de negrito e caixa alta. Deve ser adotado o seguinte padrão:


Título de capítulos: impressos em letra maiúscula, negrito, fonte tamanho 14, sem parágrafo, utilizando-se algarismos arábicos.


Os itens (partes secundárias): devem ser impressos com a primeira letra das palavras principais em maiúscula, negrito, fonte tamanho 12.


A partir do 3º nível devem ser impressos com a primeira letra maiúscula e demais minúsculas (mesmo que contenha várias palavras).


Todos os capítulos devem ser iniciados em páginas próprias, ainda que haja espaço útil na folha.

ESTRUTURA
A estrutura de uma tese, dissertação ou de um trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais.